A pouco mais de um ano e três meses das eleições municipais, os políticos já começam a colocar seus carros na pista?
Embora haja ainda uma longa estrada pela frente, as movimentações antecipam o pleito de Lavras da Mangabeira.
Dois fatores estão por trás desse ritmo acelerado na agenda política lavrense: o fim das coligações proporcionais, que obriga os partidos a ter um postulante majoritário e assim ampliar chances de eleger vereadores. E a imprevisibilidade da disputa presidencial de 2018.
Como ninguém quer se surpreender, cada legenda passou a escalar com antecedência os nomes com potencial para entrar na corrida pela sucessão do prefeito Ildsser Alencar em 2020.
A semana começa com preocupações. O prefeito não cedeu o protagonismo a nenhum dos seus aliados, e isso, tem deixado a base de apoio ao gestor com uma pulga atrás da orelha, dado que, a rejeição ao seu nome é enorme.
Na esteira e seguindo forte ao pleito, Ronaldo da Madeireira ganha destaque na oposição. Dia a dia, tem conversado com lideranças e as aglutinado em torno de seu nome como foi o caso do atual vice-prefeito Vicente Crente, dentre outros.
Com um olho no presente e outro em 2020, O ex-prefeito Gustavo Augusto (Tavinho) tenta driblar a negação ao seu nome da última eleição municipal, quando buscou a reeleição e foi derrotado pelo atual gestor municipal.
Buscando ainda também mover peças importantes no xadrez político local, Junior Sobreira, Reinhard Aristides e Carlinhos Gomes tentam entrar no jogo.
O que faz os políticos antecipar a disputa, pergunta o lavrense. É de praxe os grupos lançarem candidatos já bem próximo das eleições, mas agora resolveram deixar a cartilha de lado exatamente porque a disputa do ano que vem é imponderável.
Os atores decisórios começam a perceber que, se não demarcarem posição desde já, terão dificuldades grandes em 2020. Quem entrar na disputa da mesma forma como sempre entrou está correndo risco de perder a eleição.
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